O futebol como um fenômeno da cultura brasileira

As coisas só acontecem por acaso, necessidade ou vontade nossa! Epicuro - filósofo.

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Campeonato Brasileiro_Série C_Primeira Fase_5ª RODADA_Botafogo-PB


Na força e na garra
BOTAFOGO EMPATA COM PAYSANDU FORA DE CASA 
E CONTINUA VICE-LÍDER




Técnico Marcelo Vilar satisfeito com  o elenco do Belo
Um show de gols perdidos. Paysandu e Botafogo-PB ficaram no 1 a 1 neste domingo, dia 25, no encerramento da quinta rodada da Série C do Brasileiro. O resultado manteve as duas equipes no G-4 do Grupo A, com o Belo na vice-liderança e o Papão na terceira colocação. O confronto aconteceu no Maximino Porpino, em Castanhal, de portões fechados, em cumprimento a punição imposta aos paraenses pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD).
O primeiro tempo foi estilo “ataque contra defesa”, mas o Paysandu não conseguiu traduzir em gols. Já a etapa complementar apresentou maior equilíbrio. Lima abriu o marcador e Lúcio Curió deixou tudo igual ao aproveitar uma falha de Paulo Rafael. Papão e Belo voltam a campo pela Série C no próximo final de semana. Os bicolores terão o Fortaleza no sábado e os Alvinegros jogam no domingo, contra o Cuiabá.
O jogo   
Mais organizado em campo, o Paysandu começou pressionando os reservas do Botafogo-PB, mas encontrou dificuldade para encaixar o último passe no começo do jogo. Somente depois dos 15 minutos, a equipe de Belém ajustou o meio-campo, passou a arriscar de longa distância e tocar a bola. Foi assim que conseguiu acertar a trave com Rafael Tavares que, em seguida, quase abre o marcador num chute que passou raspando a trave.
Os paraibanos, então, resolveram apostar nos contra-ataques e nas bolas paradas. Ainda assim, Paulo Rafael teve pouco trabalho e foi exigido em apenas uma boa chegada do Bofatogo-PB, com o lateral Nego. Depois disso, apenas lampejos alvinegros e chances desperdiçadas pelos bicolores.
Na volta para o segundo tempo, Mazola Junior e Marcelo Villar não fizeram nenhuma alteração de jogadores, mas o Botafogo-PB já mostrava alguma mudança tática, com a marcação mais adiantada. Genivaldo, dono de boas defesas na etapa inicial, voltou a aparecer positivamente ao evitar um gol de bicicleta de Ruan, se tornando um dos melhores em campo.
Depois dos 20 minutos, o alvinegro conseguiu chegar perigosamente em três oportunidades e também pecou na finalização. Mazola foi para o tudo ou nada depois que colocou mais um atacante e tirou um lateral. A persistência se transformou em gol somente aos 24 minutos com Lima, num lance tipicamente de matador. Lúcio Curió ainda teve tempo de empatar numa falha grotesca de Paulo Rafael.  
LEIA ANÁLISE DA PARTIDA EM:


segunda-feira, 19 de maio de 2014

Campeonato Brasileiro, Série C_1ª Fase_4ª RODADA_Botafogo-PB


Vitória de grupo
BOTAFOGO-PB VENCE CRB E SE FIRMA
 NO G4 DA SÉRIE C

Com Globoesporte.com/pb
Genivaldo, mais uma vez, o nome do jogo, afasta o perigo para o Belo e ainda arma jogada do gol da vitória

Não foi fácil. Foi a duras penas. Mas depois de tomar muito sufoco no primeiro tempo, o Botafogo-PB marcou duas vezes na segunda etapa e venceu o CRB por 2 a 0 no Estádio Almeidão na noite deste sábado. A partida foi válida pela quarta rodada da Série C do Brasileiro e colocou os paraibanos na vice-liderança do Grupo A. Já os alagoanos caíram para a zona de rebaixamento e podem terminar a rodada na lanterna.
A vitória do Botafogo-PB pode ser colocada muito na conta do goleiro Genivaldo. Foram pelo menos seis grandes defesas, que mantiveram o time alvinegro vivo na partida. E com gols de Valter e Chapinha, o Belo manteve sua invencibilidade e garantiu a permanência no G-4 da chave.
O Botafogo-PB volta a campo no próximo domingo, quando encara o Paysandu no Estádio Modelão. Já o CRB joga um dia antes, também fora de casa, contra o Fortaleza.
CRB pressiona, mas Genivaldo salva o Botafogo-PB
Quem esperava um Botafogo-PB aproveitando o fator casa e indo para cima do CRB, se surpreendeu. O CRB foi quem pressionou e só não conseguiu balançar as redes alvinegras graças a uma bela atuação do goleiro Genivaldo. Logo aos sete minutos, o arqueiro do time paraibano fez duas grandes defesas seguidas: a primeira em finalização de Marcelo Macedo e a segunda em chute de Alex Willian. O mesmo Alex voltou a dar trabalho para Genivaldo sete minutos mais tarde, com um chute colocado, que o goleiro espalmou para escanteio.
O CRB pressionava e a situação só piorava para o Botafogo-PB, que perdeu Ferreira e Cléo, contundidos. O Alvinegro escapava de sofrer o gol e, aos 27, deu um susto no time alagoano. Lenílson cruzou na medida para Frontini cabecear e carimbar o poste do goleiro Júlio César.
E antes do apito final da primeira etapa, ainda houve tempo para Genivaldo fazer mais uma defesaça e salvar o Botafogo-PB pela terceira vez. Glaydson bateu com estilo, colocado, mas o camisa 1 alvinegro se esticou todo e tocou de ponta de dedo, mandando para escanteio.
Genivaldo se mantém intransponível e ataque funciona
O Botafogo-PB voltou para o segundo tempo arriscando tudo. O técnico Marcelo Vilar queimou a última substituição a que tinha direito, tirando o volante Hércules, colocou o meia Chapinha e mandou o time à frente. E logo no primeiro minuto, os donos da casa abriram o placar. Em um lance polêmico, o goleiro Júlio César saiu para agarrar uma bola cruzada na área, mas caiu e deu rebote. O zagueiro Valter aproveitou a sobra e mandou para as redes. Os jogadores do CRB ficaram reclamando de falta no arqueiro alvirrubro.
O jogo passou a ser franco. Lá e cá. Aos oito minutos, Genivaldo fez mais uma grande defesa em cabeceada de Gabriel e, logo em seguida, Leomir acertou um chutaço na trave de Júlio César. O técnico Eduardo Souza começou a mexer no time e o CRB partiu para cima. Aos 25, o goleiro do Botafogo-PB mostrou mais uma vez por que é chamado de Paredão pela torcida e defendeu um chutaço de Marcelo Macedo.

Aos 36, o zagueiro Magno Alves recebeu o segundo cartão amarelo e deixou o Botafogo-PB com um a menos em campo. O CRB foi ainda mais para cima. Os alvirrubros persistiam no ataque, em busca do gol de empate, e os alvinegros tentavam administrar a posse de bola e aproveitar as oportunidades de contra-ataques. E foi num desses contragolpes que os donos da casa definiram a partida. O goleiro Júlio César foi para a área numa jogada de escanteio, mas a bola ficou com Genivaldo, que lançou para Lúcio Curió. O atacante tocou para Chapinha, que avançou e chutou para o gol vazio, ampliando para 2 a 0, fechando o placar e fazendo a torcida alvinegra explodir de vez nas arquibancadas.
VEJA ANÁLISE DA PARTIDA EM:

domingo, 11 de maio de 2014

Campeonato Brasileiro, Série C_1ª Fase_3ª RODADA_Botafogo-PB


Sabor de derrota
BOTAFOGO-PB APENAS EMPATA EM CASA CONTRA O SALGUEIRO-PE


Com Globoesporte.com/pb
Goleiro do Salgueiro, Luciano, se esforça mas não consegue salvar o gol de Frontini, que abriu o placar da partida

O Botafogo-PB recebeu o Salgueiro na noite deste sábado no Estádio Almeidão, em partida válida pela Série C do Campeonato Brasileiro. Invicto na competição, o time da casa queria somar mais três pontos para ficar entre os líderes do Grupo A. Mas teve que suar para conseguir arrancar um empate contra o Carcará do Sertão. O Belo saiu na frente ainda no primeiro tempo, mas o time pernambucano dominou o jogo e no segundo tempo conseguiu a virada. Porém, no último minuto, Pio acertou uma bela cobrança de falta e deixou tudo igual no Almeidão: Botafogo-PB 2 x 2 Salgueiro.
O primeiro gol do jogo foi do atacante Frontini. Kanu e Fabrício Ceará viraram para o visitante e no último minuto Pio empatou a partida. Com o resultado, o Botafogo chega aos cinco pontos e permanece invicto na Série C. Já o Salgueiro, continua sem vencer na competição, mas soma seu primeiro ponto. Na próxima rodada, o Belo recebe o CRB no Almeidão, enquanto o Salgueiro encara o Paysandu, no Estádio Cornélio de Barros. 
Botafogo larga na frente, mas leva pressão
O jogo começou movimentado com as duas equipes tentando chegar ao ataque. E a primeira chance de gol foi do time da casa. O zagueiro André Lima recebeu um bom cruzamento de Pio, mas cabeceou para fora. Após o susto, o Salgueiro passou a dominar mais a partida e ter maior posse de bola. Mas quem balançou as redes primeiro foi o Botafogo-PB. Cléo Paraense recebeu um ótimo lançamento e, de bicicleta, tocou para Frontini. O camisa 9 só teve o trabalho de empurrar de cabeça a bola para o fundo do gol. 
Salgueiro volta com tudo, consegue a virada, mas leva gol no último minuto
Mesmo atrás do placar o Salgueiro não se abateu. Aos 20 minutos o Carcará do Sertão quase chega ao empate. Rodolfo Potiguar, de fora da área, acertou uma bomba no ângulo, mas o goleiro Genivaldo se esticou todo e conseguiu fazer uma linda defesa. E este não foi o único momento de perigo do time de Pernambuco. O visitante teve outras chances para empatar, mas não conseguia finalizar corretamente. Em um dos lances, o atacante Kanu ganhou da zaga botafoguense e cabeceou na trave. No rebote, a defesa afastou. E apesar da pressão do Salgueiro, o primeiro tempo terminou com vitória parcial do Belo.
Salgueiro volta com tudo, consegue a virada, mas leva gol no último minuto
Assim como terminou o primeiro tempo, começou o segundo: com o Salgueiro pressionando. Logo no primeiro minuto, o Carcará partiu para cima. Kanu foi lançado, mas na hora de finalizar se chocou com o goleiro Genivaldo, que ficou caído no gramado. O Bota só se defendia e tentava sair no contra-ataque, usando a velocidade do atacante Cléo Paraense. E foi justamente com o camisa 11, que o Belo desperdiçou uma boa chance de ampliar o placar. Aos 14 minutos ele foi lançado e partiu disparado, mas na hora da finalização caiu na área e ficou pedindo pênalti. O árbitro entendeu o lance como normal e mandou o jogo seguir.
O Belo não conseguia chegar com perigo na área adversária e tentava apenas se defender das investidas do Salgueiro. E o Carcará insistiu tanto que acabou recompensado. Aos 24 minutos, após cobrança de escanteio, Kanu subiu mais que todo mundo e cabeceou forte para o fundo das redes. O goleiro Genivaldo nada pôde fazer. Tudo igual no Almeidão. Assim que levou o gol, o técnico Marcelo Vilar mandou chamar o atacante Warley para entrar no Bota. E a substituição quase surtiu efeito. No seu primeiro lance, o jogador recebeu a bola e, com o goleiro já vencido, chutou para fora. Quase o segundo do time da casa. 
Mas quem marcou mesmo foi o visitante. Aos 37 minutos, Fabrício Ceará foi lançado dentro da área, ganhou da zaga botafoguense na corrida e, de pé direito, chutou alto para virar a partida. Com o resultado, o time de Pernambuco se fechou lá trás e passou a administrar o placar. E quando a vitória do Salgueiro parecia certa, veio o pé certeiro do volante Pio. Aos 49 minutos, o camisa 8 do Belo cobrou uma falta com maestria e deixou tudo igual no Almeidão, para delírio da torcida presente. E a partida terminou mesmo assim: Botafogo-PB 2 x 2 Salgueiro.
VEJA ANÁLISE DA PARTIDA EM:



segunda-feira, 5 de maio de 2014

Campeonato Brasileiro_Série C_1ª Fase_2ª RodadagOL_BOTAFOGO-PB


Bom resultado
BOTAFOGO EMPATA FORA DE CASA 
E CONTINUA NO G4

Gol da virada do Belo, marcado por Lenilson: vitória do Botafogo quase se concretizou fora de casa

Em um jogo de quatro gols e de muita polêmica, as equipes de Crac e Botafogo-PB empataram em 2 a 2 pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro da Série C. O duelo foi realizado às 16h de hoje, no Estádio Genervino da Fonseca, em Catalão, e terminou com um ponto para cada lado. Com o resultado, o time de João Pessoa chegou aos quatro pontos e segue entre os líderes do grupo. Já a equipe goiana marcou seu primeiro ponto na competição nacional e está na zona de rebaixamento.
O Crac abriu o placar no primeiro tempo, mas na etapa final o Belo virou. Aos 44, contudo, saiu o gol de empate do time da casa. O destaque do jogo foi o goleiro Genivaldo, do Botafogo, que fez algumas defesas extremamente difíceis e ainda defendeu um pênalti. O time de João Pessoa, contudo, saiu reclamando muito da arbitragem. A equipe alega que no gol de empate do Crac a bola não entrou.
Na próxima rodada, o Botafogo joga em casa contra o Salgueiro, às 19h do próximo sábado. Já o Crac visita o CRB, às 16h de domingo.
Em 1º tempo franco, Crac abre o placar
Foi um jogo franco desde os primeiros minutos de jogo. Os dois times atacavam com perigo e demonstravam que qualquer dos lados poderia abrir o placar. E quem teve a primeira grande chance foi o Botafogo, após lance de velocidade envolvendo Lenílson, Doda e Ferreira. Os três tocaram bola com agilidade até que este último soltou o pé. Juliano fez boa defesa. Outras tantas vezes o Belo chegou ao ataque, com perigo, mas pecando nas finalizações ou encontrando um Crac ben postado lá atrás.
Pelo lado da equipe goiana, os ataques saíam sempre da dupla formada por Zotti e Nino Guerreiro. E que trabalho os dois deram a Genivaldo, que estava em tarde iluminada. A primeira chance foi de Zotti, mas depois quem aprumou a pontaria foi Nino. Ele soltou duas bombas, ambas com direção ao gol e defendidas de forma espetacular pelo goleiro do Belo. Nada entrava, até que Zotti mudou a estratégia. E aos 42 minutos ele colocou no canto direito para finalmente fazer 1 a 0 para o Crac.
Três gols e pênalti defendido no 2º tempo
Aconteceu de tudo na etapa final do jogo. Para começar, quem começou melhor foi o Crac, que logo de cara obrigou Genivaldo a fazer uma outra bela defesa. Mas logo depois quem marcou foi o Botafogo, empatando o jogo. Em cobrança de escanteio aos nove minutos, Pio colocou na cabeça de Magno Alves, que deixou lá dentro. Alguns minutos depois, aos 15, aconteceu a virada. Novo cruzamento de Pio, desta vez para Lenílson. Na entrada da pequena área o meia acertou de primeira e fez um lindo gol.
A partir daí, o Crac criou mais chances. Logo no minuto seguinte Fábio Silva cabeceou uma bola que explodiu na trave. Mas os lances de maior polêmica estavam por vir. Aos 21, o árbitro Wales Martins de Souza marcou um pênalti para o Crac, muito contestado pelos botafoguenses. Nino Guerreiro foi para a cobrança e Genivaldo caiu no canto certo para salvar o Belo.
Mas aos 44 minutos, saiu o gol de empate, em mais um lance contestado pelos botafoguenses. A bola foi cruzada na área e Genivaldo defendeu a cabeçada de Zotti. No rebote, se iniciou um bate e rebate na área até que Nino Guerreiro deu um toque para o gol. A zaga se esticou para salvar, mas o árbitro validou o gol. Para desespero dos botafoguenses, que garantiram que a bola ficou longe da linha de gol. Mas não teve acordo. O jogo terminou mesmo empatado e um ponto para cada lado.

VER ANÁLISE DA PARTIDA EM:


segunda-feira, 28 de abril de 2014

Campeonato Brasileiro_Série C_1ª Fase_BOTAFOGO-PB



Com o pé direito
BOTAFOGO-PB VENCE CLÁSSICO
 CONTRA O TREZE E LARGA NA FRENTE

Com Globoesporte.com/pb
Comemoração dos jogadores do Belo na vitória por 3 a 2 contra o seu maior rival, pela Série C

Foi um clássico daqueles. De cinco gols, quatro deles em cobranças de pênalti. Com cada time dominando um tempo, para deixar claro que tanto Botafogo-PB, como Treze, têm elencos para ir longe na Série C. O clássico paraibano terminou com a vitória de 3 a 2 do Belo, que construiu a vantagem no primeiro tempo e soube controlar os nervos para suportar o sufoco do Galo nos minutos finais. 
Esse é o resumo do que os dois times fizeram na noite deste sábado no Estádio Almeidão, em João Pessoa, na primeira rodada da Terceirona. Três gols para o Botafogo no primeiro tempo. Dois para o Treze no segundo. 
O Belo encerra o sábado na liderança do Grupo A, ao lado do Paysandu - a rodada ainda tem três jogos e só termina na quarta-feira. No próximo final de semana, o campeão da Série D volta à campo para enfrentar o Crac, em Goiás. Já o Treze busca a reabilitação jogando em casa, em Campina Grande, diante do ASA de Arapiraca. 
  Belo faz três gols em menos de meia hora 
O Botafogo-PB iniciou o jogo em ritmo alucinante. Tanto que a primeira chance de gol veio logo aos dois minutos, numa falta cobrada por Pio na cabeça de Frontini - o juiz parou alegando falta no goleiro Gílson. O Belo também soube aproveitar os seis desfalques do Treze, especialmente nas laterais de onde saíram as melhores chances principalmente numa tarde onde Alex Cazumba e Rafael Aidar pareciam inspirados
Foi assim que o Botafogo praticamente definiu o clássico nos primeiros 45 minutos. Aos 16 minutos, Rafael Aidar sofreu falta na direita. Alex Cazumba levantou, a defesa do Treze parou pedindo impedimento e Magno Alves subiu livre para marcar o primeiro gol do clássico. 
Treze reage e dá sufoco no final 
Quem viu o primeiro tempo nem poderia imaginar o que aconteceria nos 45 minutos finais. Parecia até que as duas equipes tinham mudado de uniforme tal a reviravolta no jogo. Enquanto o técnico Leandro Sena resolveu dar uma sacudida no Treze fazendo duas substituições no intervalo - as entradas de Douglas e Birungueta nos lugares de Jaílson e Clébson, respectivamente - o Botafogo resolveu apostar na vantagem adquirida no primeiro tempo. 
Tanto que o Belo praticamente não atacou em todo o segundo tempo. Resolveu ficar esperando o adversário em seu campo em busca de um contra-ataque que não veio. De tanto buscar o gol, o Galo acabou premiado. E agora foi o Botafogo quem provou do rigor de Éder Caxias. 
Aos 31 minutos, André Lima fez pênalti em Jônatas Belusso. Ele mesmo cobrou para diminuir o marcador. Aos 34, foi a vez de Zaquel empurrar Belusso na área. E adivinha? Outro pênalti, o quarto no clássico. Mais uma vez Belusso foi para a bola. Mudou o lado, deslocou Genivaldo e pôs fogo na partida: 3 a 2. 

A partir daí, o Treze tentou o empate de todas as formas. O Botafogo se segurou como pôde e tratou de fechar o meio-campo com a entrada de Hércules no lugar do capitão Lenílson. Ainda assim, foi sufoco até o apito final, aos 49 minutos. Foi assim, num grande jogo, que os paraibanos estrearam na Terceirona. Deixando claro, cada um seu modo, que vão mesmo lutar pelo acesso para a Série B em 2014. 

VEJA ANÁLISE DA PARTIDA AQUI:

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Campeonato PARAIBANO_Sétima RODADA_2° Turno


Mal escalado
BOTAFOGO FAZ TESTE COM O ELENCO
 E PERDE CLÁSSICO  PARA O AUTO ESPORTE


Com Globoesporte.com/pb
Jogadores do Auto Esporte comemoram vitória do time sobre o seu maior rival na capital do Estado

Numa atuação “para o gasto” do Auto Esporte, mas jogando contra um apático Botafogo-PB, o Alvirrubro venceu o “mistão” do Belo por 1 a 0 e levou a melhor no Botauto, o clássico pessoense. Foi a primeira vitória do Auto na segunda fase do Campeonato Paraibano, que chegou aos quatro pontos. Mas já classificado para as semifinais, o Macaco Autino está em situação bem melhor do que a do Alvinegro, que com a derrota ficou estacionado nos 12 pontos e perdeu ótima chance de assumir a ponta da competição. Pior, está agora em quarto lugar e saiu do G-2.
Mas o Botafogo não terá muito tempo para pensar no estadual. Viaja já nesta segunda-feira para Goiânia, para na quarta-feira enfrentar o Goiás pela Copa do Brasil. Portanto, o time só volta a jogar pelo Paraibano no final de semana, fora de casa, contra o Sousa.
O Auto não. Segue focado na competição estadual. E enfrenta já na quarta-feira o Santa Cruz de Santa Rita, em jogo programado para o Estádio da Graça, em João Pessoa.
Auto abre o placar nos acréscimos
Foi longe de ser um bom primeiro tempo. Escalado com um time misto, o Belo não conseguiu manter a evolução dos últimos confrontos. E jogava de forma lenta, sem muita qualidade. O Auto Esporte, por sua vez, há tempos já não era o mesmo time da primeira fase, e também tinha dificuldades de jogar no setor ofensivo. Assim, o jogo era truncado, mas com raros momentos de emoção para um lado e para outro.
O primeiro destes momentos foi em favor do Botafogo. Warley recebeu a bola e chutou em gol, mas antes mesmo dele começar a comemorar o árbitro Antônio Carlos da Rocha apontava o impedimento. O mesmo Warley que alguns minutos depois teve outra chance. Ele meteu uma cabeçada de frente para o gol, mas errou e jogou para fora.
O troco do Auto Esporte saiu aos 48 minutos, na primeira jogada realmente de perigo do time alvirrubro. Gustavo recebeu a bola e cruzou na área, na medida para Enercino. Ele colocou a cabeça para abrir o placar.
Belo melhora, mas não evita a derrota
O time do Botafogo mudou no segundo tempo. O treinador Marcelo Vilar recolocou em campo alguns de seus jogadores titulares e a equipe melhorou. Jogava como se a qualquer momento o gol de empate e depois o da vitória sairia. 
Mas as chances foram sendo criadas, desperdiçadas, o tempo foi passando e nada de gol. Leomir, Doda, Lenílson e Frontini. Cada qual teve sua chance de amenizar o placar adverso. A melhor delas partiu de Lenílson, que soltou uma bomba de esquerda e obrigou o goleiro alvirrubro Adson a fazer uma belíssima defesa. Aliás, Adson fez milagres e foi um dos responsáveis pela vitória automobilista. Porque mesmo depois dos 49 minutos de etapa final o placar seguiu inalterado. 
VER ANÁLISE DA PARTIDA AQUI:

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Campeonato Paraibano_Sétima RODADA_2° Turno



Hegemônico
BOTAFOGO DOMINA O CAMPINENSE 
E DOBRA O ADVERSÁRIO

Com Globoesporte.com/pb
Lenilson, meia do Belo, mostrou aos jogadores do Campinense como se joga futebol e por onde a bola deve correr

Pelo que o Botafogo-PB fez em campo no Estádio Almeidão, em João Pessoa, na noite desta quinta-feira, o placar de 1 a 0 foi até pouco. Porque o time pessoense dominou o Campinense, no clássico válido pela sétima rodada da segunda fase do Campeonato Paraibano, e teve chances de construir um placar muito mais elástico.
Ainda assim o placar está longe de ter sido ruim. Porque o Belo chegou aos 12 pontos e pela primeira vez entrou no G-2. É verdade que ainda um ponto atrás do Sousa, e portanto em segundo lugar. Também é verdade que o time fica empatado em número de pontos com o Atlético-PB e com o próprio Campinense.
Na próxima rodada, no fim de semana, mas clássicos. O Belo enfrenta o Auto Esporte no Estádio Almeidão. O Campinense pega o Treze no Estádio Amigão. Ambos no domingo.
Belo domina, mas não marca no 1º tempo
Só deu Botafogo nos primeiros 45 minutos de partida. O clube de João Pessoa jogou melhor, partiu para cima e dominou o Campinense, que por sua vez pouco conseguia criar. O goleiro botafoguense Genivaldo mal tocou na bola. E com esta superioridade, as oportunidades foram sendo criadas. Uma após uma.
A primeira foi com Frontini, que obrigou o bom goleiro Rodrigão a fazer uma bela defesa. Logo depois, Pio teve a sua chance. Ele soltou uma bomba e acertou o travessão. 
Tempos depois, mas dois lances de “quase-gol” do Belo. Frontini invadiu a área e se viu na cara da meta rival. Ele poderia ter soltado a perna. Mas optou por um toquinho para tirar de Rodrigão. O chute saiu certo e a bola ia para o gol, mas no último momento Edson Veneno salvou. No minuto seguinte, foi a vez de Lenílson colocar Rodrigão para trabalhar.
Gol botafoguense no segundo tempo
O Belo conseguiu aos três minutos da etapa final o que tinha tentado sem sucesso todo o primeiro tempo. O gol. E foi com Pio, o volante botafoguense que vinha sendo contestado pela própria torcida. Numa jogada de pura classe do argentino Frontini, ele ajeitou para o chute de primeira de Pio, que abriu o placar.
E é curioso, porque foi só o Botafogo abrir o placar que o jogo ficou mais equilibrado. Até parece que a Raposa entrou em campo para garantir o empate. Porque uma vez atrás do placar, o time partiu para cima. E Genivaldo começou a ser testado. Num primeiro lance, Badé bateu falta com um toque para a área. Ítalo meteu a cabeça e Genivaldo, num golpe de reflexo, salvou o Botafogo.
O jogo seguia. Com o Botafogo mais contido. Sem querer tanto se arriscar. O Campinense, por sua vez, seguia com mais vontade de jogar. Mas rondava a área, procurava os espaços, mas não teve uma outra jogada de extremo perigo a seu favor.