O futebol como um fenômeno da cultura brasileira

As coisas só acontecem por acaso, necessidade ou vontade nossa! Epicuro - filósofo.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Campeonato Brasileiro - Premiação

Melhores de 2010

CONCA DO FLUMINENSE FOI ELEITO O MELHOR JOGADOR DO PAÍS E É ESCOLHIDA
A SELEÇÃO DO BRASILEIRÃO
Com UOL

VEJA AQUI OS MELHORES DO ANO
Esquecido pelos argentinos, Dario Conca teve dia de “rei” no Brasil. Estrela da conquista do título do Fluminense, o meia faturou o prêmio de melhor jogador do Nacional. Mas foi o 3º colocado Corinthians quem teve a maior adesão na seleção dos melhores do Brasileiro, na festa promovida pela CBF na segunda-feira (6), no Teatro Municipal do Rio de Janeiro.
O Corinthians teve três representantes na lista (Roberto Carlos, Jucilei e Elias). Fluminense e Cruzeiro com dois atletas cada (Conca e Mariano, e Fábio e Montillo). Santos, Grêmio, São Paulo e Vasco foram citados na seleção dos melhores (Neymar, Jonas, Miranda e Dedé).
Outro corintiano foi premiado: o meia-esquerda Bruno César, eleito revelação do campeonato.
Conca desbancou Jonas e Montillo na categoria Craque do Brasileirão, o principal prêmio da noite. O meia argentino foi incluído na seleção do Nacional como melhor meia-esquerda e ainda levou o prêmio “Craque da Galera”, que é dado conforme escolha do público pela internet.
Quatro vezes campeão brasileiro, Muricy Ramalho recebeu das mãos do técnico da seleção brasileira Mano Menezes o prêmio de melhor técnico do torneio.
A seleção do Brasileirão anunciada pela CBF foi composta por Fábio (Cruzeiro); Mariano (Fluminense), Dedé (Vasco), Miranda (São Paulo) e Roberto Carlos (Corinthians); Elias (Corinthians), Jucilei (Corinthians), Montillo (Cruzeiro) e Conca (Fluminense); Jonas (Grêmio) e Neymar (Santos).
Durante a apresentação das premiações, o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, passou por momento de aperto. O dirigente foi amplamente vaiado pela plateia. Teixeira é acusado de corrupção na escolha da Fifa por determinada empresa de marketing.
As vaias aumentaram depois que o presidente da CBF parabenizou o centenário corintiano. A plateia foi formada majoritariamente por torcedores do time campeão nacional.
Entre os presentes no Teatro Municipal estava o presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, torcedor corintiano.
Mesmo ciente de que estava diante de diversos torcedores do Fluminense, o presidente do Corinthians, Andres Sanchez cutucou a torcida tricolor. Vaiado intensamente, Andres ironizou o fato de o Fluminense ter subido de divisão no tapetão na década de 90.
“Ser primeiro e rebaixado acontece com qualquer time grande. Mas o importante é voltar pela porta da frente”, disse o corintiano, que se retirou pouco depois após escutar coro da torcida do Flu em protesto.
O ABC, campeão da Série C, o Coritiba, campeão da série B e a torcida do Bahia também foram lembrados por Teixeira.
A CBF já havia elogiado a postura do árbitro Sandro Meira Ricci na polêmica partida entre Corinthians 1 a 0 Cruzeiro, no Pacaembu. O árbitro virou referência nesta segunda-feira.
A participação de Ricci naquele jogo contribuiu para que o árbitro faturasse o prêmio de melhor homem do apito no Brasileiro. Meira marcou o polêmico pênalti em Ronaldo no duelo vencido pelo Corinthians sobre o Cruzeiro.
O evento promovido pela CBF deu atenção a ex-atletas. O governo criará fundo de pensão de jogadores. Diversos atletas participantes da Copa de 70 participaram da festa.
Por sua vez, o Ministro dos Esportes, Orlando Silva fez breve discurso, em que pediu para o Congresso votar o projeto de lei que dá dinheiro aos clubes formadores de atletas.
No fim da festa, a CBF homenageou Ronaldo, demonstrando ter superado o atrito do jogador com Ricardo Teixeira, que durava desde a Copa de 2006. Na ocasião, o dirigente havia dado indiretas à imprensa, responsabilizado os atletas mais experientes pela eliminação no Mundial diante da França.
“Quero agradecer o presidente Ricardo Teixeira. Esses momentos são marcantes. A minha vida inteira servi à seleção brasileira, comecei em 94. É muita honra”, diz Ronaldo.
A festa terminou com a equipe do Fluminense erguendo o troféu de campeão, com trilha sonora do hino do clube.




segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Campeonato Brasileiro - Final

Fluminense campeão
TRICOLOR VENCE O GUARANI
E É CAMPEÃO BRASILEIRO DE 2010
                              Fotomontagem: G1.com


TEXTO E FOTOS por: Edônio Alves
 
No Engenhão, Rio de Janeiro, com a missão de contar tudo
   O futebol em campo foi ruim, sofrível, irreconhecível, tenso, nervoso. Mas o resultado, também em campo, foi excelente, aliás, maravilhoso, como a cidade do Rio de Janeiro que desde o sábado era toda tricolor. Meufuteblog desembarcou no Rio de Janeiro já na sexta-feira (3) com a missão de contar em texto e fotos para os seus internautas seguidores que, sim, finalmente, depois de liderar 24 das 38 rodadas do campeonato brasileiro deste ano, o Fluminense foi o campeão nacional. Aliás, bicampeão, porque desde 1971 quando o brasileirão ganhou este formato atual, o tricolor venceu em 1984 e, agora, em 2010. Assim, com a vitória sobre o Guarani por 1 a 0, no Engenhão, o Fluminense faturou o seu segundo título brasileiro da história. O gol “salvador”, aos 16 minutos do segundo tempo, foi marcado pelo atacante Emerson. Além destas conquistas, o Tricolor tem mais dois troféus de expressão no cenário nacional: a Taça de Prata de 1970 (Roberto Gomes Pedrosa, considerado o Brasileiro da época) e a Copa do Brasil de 2007.
Com a vitória e, consequentemente, o título, o Fluminense, que liderou a competição por 24 rodadas (incluindo a última), terminou com 71 pontos, contra 69 do Cruzeiro, que derrotou o Palmeiras por 2 a 1, e 68 do Corinthians, que empatou com o Goiás em 1 a 1.
Nesta vitoriosa campanha, destaque especial para Darío Conca. O argentino terminou o Brasileiro com a façanha de ter sido o único jogador de linha a entrar em campo nas 38 rodadas da competição. A tendência é de que ele seja eleito, nesta segunda-feira, em evento no Rio de Janeiro, o craque do campeonato.
Quem também se destacou na campanha foi Muricy Ramalho. Com uma proposta da CBF para comandar a seleção brasileira, o treinador seguiu no Fluminense e, como recompensa, faturou o seu quarto título brasileiro (três pelo São Paulo), se consolidando com o “rei dos pontos corridos”.
O jogo
Com o Engenhão lotado (cerca de 41 mil presentes), o Fluminense entrou em campo com tudo a seu favor. Porém, a ansiedade inicial da partida atrapalhou a equipe, que errou passes e dava sinais de nervosismo. Mesmo já rebaixado e sem qualquer pretensão no Brasileiro, o Guarani jogava solto.
Com 20 minutos, o Fluminense não tinha dado um chute ao gol de Emerson. É bem verdade que o Guarani também não, mas por estar jogando para ser campeão, o Tricolor, ainda muito nervoso, apresentava um futebol bem abaixo do esperado.
A primeira real chance tricolor veio aos 32, numa cabeçada de Fred. Três minutos depois, o mesmo atacante desperdiçou na pequena área. Esses lances deram a impressão que o Fluminense seria “outro” na partida. Porém, além do nervosismo, time não conseguia superar a forte e boa marcação do Guarani. O primeiro tempo terminou mesmo 0 a 0.
Juntando toda a história da competição, Muricy Ramalho, agora, vem na segunda posição, superado apenas por Vanderlei Luxemburgo. O atual treinador do Flamengo venceu as edições de 1993 (Palmeiras), 1994 (Palmeiras), 1998 (Corinthians), 2003 (Cruzeiro) e 2004 (Santos).

MELHORES MOMENTOS DA PARTIDA
PRIMEIRO TEMPO
32min - Mariano recebe a bola na direita e cruza. Fred entra de cabeça e o goleiro Emerson pega no canto direito.
35min - Mariano cruza, Emerson ajeita de cabeça para Fred, que, na pequena área, manda a bola por cima do travessão.
39min - Após cobrança de escanteio, Ailson cabeceia, Reinaldo fica com a bola na pequena área, mas Ricardo Berna pula nos pés do atacante e evita o gol.
SEGUNDO TEMPO
16min - GOOOLLL DO FLUMINENSE!!! Carlinhos cruza da esquerda, Washington desvia e a bola sobra para Emerson marcar.
39min - A bola é lançada para frente, Washington ajeita de cabeça até Rodriguinho, que chuta para a boa defesa de Emerson.

PERSONAGENS DO TÍTULO
Reportagem fotográfica: Edônio Alves

O comandante Muricy: obra completada


Conca: o craque do título

O coração tricolor de Gilberto Gil



Émerson: autor do gol do título

Gum: a segurança da zaga nas horas difíceis

Diguinho: jogou mal, mas mandou bem pro CQC

L. Eusébio: o xerife da zaga


Do vestiário: saída para o descanso do guerreiro

No chefe: águá fria para comemorar

Assis: presente nos dois títulos




O abraço do dever cumprido e bem feito
  
Campeão com as bençãos do Papa


Gum também recebe o carinho de Gil
MISSÃO CUMPRIDA

A idéia-base deste blog é sempre ligar o futebol com a cultura brasileira. Na cobertura que fiz, para este espaço, da final do campeonato brasileiro, essa ligação tinha que estar presente. A oportunidade (a pertinência editorial, em termos jornalísticos) surgiu quando encontrei no gramado do estádio Engenhão, o cantor e compositor Gilberto Gil, que me confessou "ser tricolor desde 1951". Ele estava lá cumprimentando os jogadores do seu Fluminense pelo bicampeonato brasileiro de futebol e o nosso encontro foi muito prazeroso. A Gilberto Gil, de quem eu e todos os brasileiros somos fãs, dedico esta cobertura de mais um título do nosso Tricolor das Laranjeiras. Edônio Alves

VÍDEO OFICIAL DO FLUMINENSE CAMPEÃO BRASILEIRO DE 2010

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Campeonato do Nordeste 2010

Decisão do título
VITÓRIA-BA VENCE DE VIRADA O ABC
 E É TETRA-CAMPEÃO DO NORDESTE


Disputando a sua terceira decisão este ano (Campeão baiano, vice da Copa do Brasil e agora campeão outra vez), o time do Vitória, da Bahia, venceu de virada o ABC de Natal por 2 a 1 e conquistou o seu quarto título do Campeonato do Nordeste, ontem (02), no estádio Maria Lamas Farachi, o “Frasqueirão”, em Natal. Os gols da partida foram marcados por Kleiton Domingues, aos 31 minutos do primeiro tempo, e Marconi, aos 24 da segunda etapa, pelo Vitória, enquanto João Paulo fez o único tento do ABC. Com o resultado, o Vitória é agora tetra-campeão nordestino, tendo vencido o campeonato regional nos anos de 1997, 1999, 2003 e 2010.
O ABC, por sua vez, perde a chance de conquistar o terceiro título de 2010 e consequentemente a tríplice coroa. Isso porque, neste ano, o time potiguar já foi campeão potiguar e ainda ficou com a primeira colocação da Série C, garantindo a vaga na divisão de acesso na próxima temporada.
Apoiado pela torcida que lotou o estádio Frasqueirão, o time da casa saiu na frente logo aos 12min. João Paulo recebeu passe em profundidade de Cascata e, já dentro da área, chutou cruzado da linha de fundo; Lee achou que o atacante iria cruzar e a bola acabou entrando no seu canto oposto e balançando as redes.
O ABC seguiu superior e chegou a criar chances frontais ao gol de Lee. Em uma delas, aos 22min, João Paulo se livrou da marcação dentro da área e bateu de esquerda para ótima defesa de Lee, que espalmou e salvou o Vitória do segundo gol. Mesmo atrás no placar, o time baiano conseguiu chegar ao empate aos 31min.
Kleiton Domingues recebeu dentro da área, se livrou do defensor e mandou para as redes, deixando tudo igual. Na etapa final, o Vitória deu sinais de que iria acertar a marcação, mas aos poucos novamente foi cedendo espaço para o ABC finalizar. João Paulo era o mais perigoso, e por pouco não colocou o time da casa novamente na frente.
Porém, um lance individual de Kleiton Domingues desmontou a defesa do ABC e resultou no gol da virada do Vitória. O meia avançou pela esquerda, deu uma caneta em um defensor, passou por outro e cruzou na medida para Marconi apenas empurrar para as redes já com o gol livre, aos 24min.
No contra-ataque, o Vitória quase ampliou logo na sequência em finalização de Dankler, depois de ótima jogada de Jácson. Ainda houve tempo para muito sofrimento da torcida do ABC e uma bola no travessão aos 42min, após linda defesa com os dedos do goleiro Lee em chute de Renatinho.
Ficha técnica:
ABC:
Wellington; Edson (Lisa), Leonardo, Tiago Garça e Renatinho Carioca; Basílio, Ricardo Oliveira, Everton Cézar (Claudemir) e Cascata; João Paulo e Éderson (Gabriel)
Técnico: Leandro Campos
VITÓRIA:
Lee, Léo, Dankler, Alan Henrique e Iuri; Esdras (Lucas Garcia), Vanderson, Marconi (Leilson) e Kleiton Domingues; Edson (Jacson) e Schwenck
Técnico: Ricardo Silva
Data: 1º/12/2010 (quarta-feira)
Local: estádio Maria Lamas Farache “Frasqueirão”, em Natal (RN)
Arbitragem: Charles Hebert Cavalcante Ferreira (AL)
Auxiliares: Pedro Jorge dos Santos Araújo (AL) e Otávio Correia de Araújo Neto (AL)
Cartões amarelos: Basílio, Tiago Garça (ABC); Iuri, Esdras, Léo (Vitória)
Gols: João Paulo, aos 12min, Kleiton Domingues, aos 31min do primeiro tempo; Marconi, aos 24min do segundo tempo.


Futebol feminino

COPA DO BRASIL 2010

Decisão do título


Após vencer o Duque de Caxias por 2 a 1, nesta quarta-feira (02), na primeira partida da final, o Foz do Iguaçu, do Paraná, agora só precisa de um empate para conquistar da Copa do Brasil de Futebol Feminino. Sob o comando do técnico Gezi Damaceno, as jogadoras já estão no Rio de Janeiro, onde se preparam para a partida decisiva, que acontece sábado, às 17 horas, no Estádio Marrentão, em Duque de Caxias.

Terceiro e quarto lugares
O Mixto, do estado do Mato Grosso, venceu por 2 a 0, também nesta quarta-feira (02), a primeira partida da decisão do terceiro e quatro lugares da Copa do Brasil de Futebol feminino. A vitória foi contra o São Francisco, da Bahia, em jogo realizado no Estádio Presidente Dutra, em Cuiabá. O jogo de volta será sábado, às 15h30, no estádio Junqueira Ayres, na Bahia.





quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Campeonato do Nordeste 2010

Semifinais
TREZE PERDE PARA O ABC
E SE DESPEDE DO NORDESTÃO
O Treze, de Campina Grande-PB, não conseguiu vencer o ABC de Natal e está fora da final do Campeonato do Nordeste. O Galo foi até Natal essa noite e voltou derrotado pelo time potiguar pelo placar de 3 a 0. Todos os gols saíram no segundo tempo e foram marcados por Edérson (3min, 23min e 34min). Agora o ABC irá enfrentar o Vitória-BA para decidir quem será o campeão do Nordeste, uma vez que o time baiano também venceu o CSA, de Alagoas, por 2 a 1, na segunda partida semifinal da noite, ocorrida no estádio Barradão, em Salvador.
Esta foi a melhor participação do Treze na competição. O atual 4º lugar superou as colocações de 1998(16º), 2000(8º), 2001(8º), 2002(13º) e 2003(7º).
Assim, diante do resultado, o Galo encerra a temporada e irá se preparar para as competições do próximo ano.
O JOGO
Aos 2 minutos, o ABC começa o jogo atacando com João Paulo. Ele recebeu bola pela direita, mas o árbitro marcou impedimento. Dois minutos depois, Everton César recebe a bola e manda na trave, assustando o goleiro trezeano.
Aos 19 minutos o goleiro Carlos faz excelente defesa no chute forte de Tiago Garça.
A melhor chance do Treze foi aos 34 minutos. O zagueiro Jonny avançou em contra-ataque e chutou assustando o goleiro do ABC.
O time potiguar perdeu a chance clara aos 38 minutos. João Paulo aproveitou um erro do meio-campo do Treze, seguiu com a bola roubada e frente a frente com o goleiro, chutou para fora.
O primeiro tempo terminou empatado em 0x0, resultado que mostrou o equilíbrio da partida.
Segundo tempo
Aos 3 minutos, o ABC abre o placar. O volante Leomir erra o passe, Tiago Garça fica com a bola, ele lança, o goleiro Carlos se atrapalha e Edérson aproveita e marca.
Com o gol sofrido, o técnico Marcelo Vilar faz a primeira mudança, saiu o zagueiro Jonny e entrou o meia-atacante a Silva Exu. Em sua primeira jogada ele sofre falta, Piva cobra e o goleiro Wellington alivia.
Em desvantagem no placar, o Galo segue tentando. Da Silva Exu, que acabara de entrar tem nova oportunidade aos 21 minutos. Ele chuta fraco e a bola fica com o defensor do time potiguar.
Aos 23 minutos, Edérson, novamente marca. Ele recebe passe de Ricardo Oliveira e não desperdiça.
E o ABC continuou dominando a partida. Edérson, em noite inspirada, marcou o terceiro do time potiguar aos 34 minutos.
O Treze fez as últimas mudanças: saiu Piva e entrou Elton e saiu Jociano e entrou Clóvis Diego. Mas, as alterações não foram suficientes para conduzir o time à vitória e o time abecedista venceu pelo placar de 3x0.

Ficha Técnica:
ABC:
Wellington, Edson (Liza), Tiago Garça, Leonardo, Renatinho Carioca, Basílio, Ricardo Oliveira, Everton César (Claudemir), Cascata, Éderson (Gabriel) e João Paulo. Técnico: Leandro Campos.
Treze:
Carlos, Da Silva, Anderson, Weverson, Jonny (Da Silva Exu), Rone, Jociano, Piva (Elton), Leomir, George e Cléo. Técnico: Marcelo Vilar
Cartões:
Ricardo Oliveira (ABC)
Jociano (Treze)
Arbitragem:
Wladyerison Silva Oliveira-CE
Assistentes: Thiago Gomes Brígido e Alessandro Magno M. de Araújo
Quarto árbitro: Leandro Saraiva Dantas de Oliveira-RN

TAÇA SÃO PAULO DE FUTBOL JÚNIOR

O Nacional de Patos, representante paraibano, já sabe onde vai jogar e com quem na Taça São Paulo de Futebol Júnior do ano que vem. O time patoense está no Grupo U da competição e ficará hospedado na cidade de Paulínia, pequeno município no interior do estado de São Paulo. Os adversários da primeira fase do torneio foram conhecidos nesta terça feira (23), com a divulgação feita pela Federação Paulista de Futebol.
Agora, resta saber se um representante paraibano vai ter condição de fazer uma campanha pelo menos regular, já que, até agora, nunca houve uma boa participação dos nossos clubes na famosa taça reveladora de talentos.
Em 2011, poderão atuar na Copa São Paulo somente os jogadores nascidos em 1992, 1993, 1994 e 1995. Além disso, esses atletas devem ter seus registros realizados até o dia 24 de novembro de 2010, ou seja, até esta quarta. Todos os Estados do Brasil estão representados por um ou mais clubes. São Paulo terá 44 participantes, figurando como o que tem mais times na disputa.
O Corinthians é o maior recordista de finais - 14 ao todo. O clube de Parque São Jorge conquistou sete vezes a competição, figurando também como o maior campeão. O São Paulo é o atual campeão ao bater o Santos na final disputada no Pacaembu e que tem como foco principal comemorar o aniversário da cidade de São Paulo.
Veja os adversários do Nacional de Patos:
Grupo U – Paulínia-SP
Paulínia-SP
Botafogo-RJ
Rio Preto-SP
Nacional-PB






terça-feira, 23 de novembro de 2010

Futebol e ficção: a condição feminina

O GOLEIRO DO TIME - UM CONTO DE FUTEBOL

Por falar em futebol feminino, a literatura de ficção sobre futebol no Brasil (tema de minha pesquisa de doutorado na UFPB) vem cada vez mais se adensando e fixando sua trajetória de discussão estética dos nossos problemas de forma ampla, regular e bem posta. A nossa participação nesse blog tem também o objetivo de levar ao internauta amante do esporte (sobretudo do futebol, em particular) um pouco dessa produção temática da nossa literatura. Para isso, a cada participação nossa nesse espaço (refiro-me ao blog do Grupo de Pesquisa sobre o Esporte do qual participo na Universidade Federal do Rio de Janeiro-UFRJ - veja aqui) traremos a leitura de alguma peça literária que trate do assunto. Já podemos dizer sem medo de errar que é na forma conto que os nossos escritoires melhor têm glosado o tema do futebol em nossas letras. Talvez porque o gênero seja em si mesmo muito adequado para englobar um tema cuja expressão real – um jogo, uma partida de futebol – contenha também em si mesmo os traços e requisitos estruturais da história curta. Ou talvez porque, como numa partida de futebol, o escritor, nesse gênero, se sinta mais á vontade para jogar melhor com a bola e com a letra. Quem sabe! Apresento, portanto, nesse contexto, aos nossos queridos internautas, uma pequena leitura de mais um belo conto de futebol.  Trata-se do texto intituldo, O goleiro do time, do escitor Edson Gabriel Garcia. Clique aqui e boa leitura.






segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Futebol feminino - Copa Paraíba 2010


BOTAFOGO-PB ESTRÉIA NA COPA PARAÍBA GOLEANDO O KASHIMA POR 9 a 0

Aquecimento: trabalho físico das meninas do Botafogo-PB antes da estréia na Copa Paraíba
A equipe de futebol feminino do Botafogo-PB fez, ontem (21), sua estréia na Copa Paraíba de Futebol da categoria e venceu o time do Kashima, também da capital, pelo placar de 9 a 0.  A competição foi criada pela Federação Paraibana de Futebol como “laboratório” para a criação futura do primeiro campeonato estadual de futebol feminino. A partida marcou a volta do Botafogo, de João Pessoa, para um palco tradicional do futebol paraibano, o estádio Leonardo da Silveira, conhecido popularmente como estadinho da Graça. O jogo foi fácil para o time botafoguense, que mandou na partida do inicio ao fim. A goleira do Belo, Élida, por exemplo, só foi tocar na bola pela primeira vez no inicio do segundo tempo. A diferença de qualidade técnica entre as equipes era extremamente grande e bastante visível, tanto que se refletiu no placar, que poderia até ter sido mais alargado. A melhor jogadora da partida foi a centroavante do Botafogo, Joana, que marcou cinco gols. A zagueira Cris, as meias Janaina e Betânia, e a atacante, Ledjane, fecharam o placar. No próximo domingo, o Botafogo enfrenta a equipe do Independente, que perdeu nessa primeira rodada por 7 a 0 para equipe do Maníacos. A partida será às 10 horas da manhã e também no estadinho da Graça, em João Pessoa.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Seleção Brasileira - Amistosos

ARGENTINA VENCE O BRASIL COM GOL DE MESSI NO FINAL DO JOGO
Um gol sofrido aos 47 minutos do segundo tempo marcou a primeira derrota do técnico Mano Menezes no comando técnico da seleção brasileira de futebol. E isso aconteceu justamente contra a Argentina, seu maior rival, no amistoso dessa quarta-feira em jogo realizado no Khalifa International Stadium, no Catar. Tudo caminhava para um empate em 0 a 0, resultado que seria mais justo pelo que fizeram as duas seleções em campo. Entretanto, quando Messi está no gramado, todo cuidado é pouco. E por falta desse cuidado, o Brasil perdeu a partida por 1 a 0 e leva como lição a idéia pragmática, mas verdadeira, que os torcedores brasileiros costumam resumir na frase: “o jogo só acaba quando termina”.
Depois de começar com três vitórias contra adversários, no máximo, medianos, o Brasil sucumbiu no seu primeiro grande teste com Mano. Os triunfos sobre Estados Unidos, Irã e Ucrânia mostraram uma seleção segura, assim como o Brasil durante quase todo o amistoso desta quarta-feira.
Um descuido no final, contudo, frustrou os planos de Mano e ofuscou o retorno de Ronaldinho à seleção depois de 19 meses afastado. Messi arrancou, invadiu a área e bateu no canto direito de Victor. Além de tudo, foi o primeiro gol sofrido pela seleção de Mano Menezes.
Messi, por sua vez, acaba com séries negativas diante dos pentacampeões. O meia do Barcelona nunca havia vencido o Brasil pela seleção principal. Eram três derrotas e um empate. Mais que isso, nunca havia marcado um gol no Brasil, mesmo quando a Argentina venceu o clássico nas Olimpíadas de 2008. Toda essa escrita acabou. Mano, agora, tem que lidar com seu primeiro revés no cargo. Provavelmente pensará na Argentina até fevereiro de 2011, quando o Brasil enfrenta a França em Paris, no primeiro amistoso da próxima temporada.
No duelo particular entre Messi e Ronaldinho, o triunfo foi do argentino, graças ao gol no final. O camisa 10 brasileiro foi substituído no segundo tempo. Viu do banco o ex-companheiro de Barcelona brilhar mais. E saiu cabisbaixo, como toda a seleção pentacampeã.
No aspecto coletivo, os dois times tiveram iniciativa. Mas nenhum quis se expor muito. Os avanços ao ataque foram sob pouco risco. O Brasil dependeu do entrosamento antigo de Robinho e Neymar, embora na prática ele não tenha sido observado. Os rivais apostaram em cruzamentos para Higuaín, que teve uma boa oportunidade parada por Victor.
Mano insistiu para o Brasil ter calma e conter a afobação. O treinador pede para que suas equipes busquem o controle do jogo e só acelerem no momento certo. A Argentina teve um toque de cautela maior e mostrou menos velocidade nos avanços, com exceção às arrancadas de Messi.
Depois do intervalo, Brasil e Argentina diminuíram ainda mais os riscos e, por consequência, o ritmo. Sergio Batista, treinador dos hermanos, também tinha motivo para isso, já que esse foi seu primeiro jogo depois de ser efetivado no cargo.
A seleção de Mano apostou nas bolas paradas de Daniel Alves, mas não teve sucesso. Robinho foi apagado e não comandou o ataque, como se esperava. A Argentina não foi muito diferente. A diferença quem fez foi Messi, o nome da noite e do primeiro carrasco de Mano.